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Empreendimentos se reinventam e disponibilizam vagas que vão desde a área de produção ao setor comercial

Na contramão da crise econômica ocasionada pela pandemia do novo coronavírus, empresas da área de saúde e beleza se reinventaram para superar o período e apostam em uma retomada. Prova disto é que muitos empreendimentos contrataram e ainda estão empregando. As vagas são para diferentes ocupações: abrangem desde o setor de produção até o comercial e marketing.

Adoxy

Thiago Gonzalez e Michele Matias

A Adoxy, empresa de equipamentos eletromédicos e estéticos, por exemplo, vive o maior crescimento dos últimos anos, de acordo com o vice-presidente da marca, Thiago Gonzalez.

Nos últimos meses foram contratados 10 colaboradores para os setores de marketing, vendas, técnico e até mesmo um CEO. “No início da pandemia ficamos bastante assustados, mas não nos precipitamos. Reunimos toda a diretora e simulamos como nos portaríamos em todos os cenários”, explica a presidente da Adoxy, Michele Matias.

Ainda de acordo com Michele, os meses entre março e maio foram os mais difíceis. “Foi o maior teste de resiliência que enfrentamos na vida e nos negócios. Mesmo assim, não fizemos nenhuma demissão. As medidas do governo ajudaram bastante e nós fizemos um grande esforço para que nenhum colaborador perdesse seu emprego”.

Para isto, foram realizadas renegociações com fornecedores e parceiros, assim como com os clientes. “A empatia foi a palavra chave”, revela Michele. “Atualmente ainda buscamos contratar para todos os setores mencionados, exceto o CEO”, complementa.

Ellementti Dermocosméticos

Fernanda Chauvin, CEO Elementti

Com produtos que tratam da pele e do corpo produzidos com alta tecnologia e produtos naturais, a Ellementti Dermocosméticos contratou no segundo semestre de 2020 profissionais para a produção e expedição, com o objetivo de agilizar a entrega ao cliente.

“Desde o início da pandemia observamos a mudança de padrão de comportamento. Consequentemente, passamos a trabalhar mais nosso conteúdo informativo e o mix de produtos SkinCare. Isto acabou trazendo uma mudança no nosso modelo de negócio que era voltado ao profissional que trabalha na área estética”, conta a CEO e Diretora Científica da Ellementti Dermocosmeticos, Fernanda Chauvin.

No início do isolamento social, Fernanda revela que a grande dificuldade da empresa foi encontrar uma forma de estar conectado ao cliente, assim como explicar ao consumidor primário, o profissional de estética, a lidar com a situação. Este precisou atuar com o seu cliente de forma diferenciada por tele consultas, indicações de tratamentos em casa.

“Nos últimos meses, a demanda por produtos de alta qualidade e eficácia, os chamados dermocosméticos, aumentou e nós sentimos o crescimento, principalmente porque nosso foco são estes tipos de produtos”, afirma a CEO da empresa.

Bel Col Cosméticos

Marilene Coelho, diretora da Bel Col Cosméticos

Com atuação na exportação, vendas de produtos para clínicas de estética e profissionais do setor, nos produtos home care, a Bel Col Cosméticos sentiu queda significativa nas comercializações no primeiro mês da quarentena. “Mas nos meses seguintes, os resultados foram significativos e no cenário atual, já registra crescimento nas vendas quando comparado ao acúmulo de 2019”, explica a diretora da marca, Marilene Coelho.

Neste período, a Bel Col inovou e diversificou com lançamentos de produtos para novos segmentos, como o de suplementos alimentares (com nutricosméticos que tratam gordura localizada, saúde dos cabelos, da pele e problemas com acnes), além de incorporar uma linha de produtos com foco na assepsia para um novo nicho, o varejo.

Situação que contribuiu para a retomada das contratações. Inclusive para a área comercial, para ajudar no aumento das vendas com a retomada do mercado, revela Marilene. Além disso, novos postos de trabalho foram abertos nas áreas de design e marketing.

HTM Eletrônica

Paulo Gustavo, CEO HTM

No início do isolamento social, com a previsão econômica pessimistas em todo o mundo, a HTM Eletrônica, que atua no segmento de equipamentos eletromédicos, reduziu em 20% o seu quadro de funcionários. Porém, em agosto e setembro, a empresa fez a reposição destes profissionais e aumentou ainda mais o número de colaboradores.

“Hoje, só não contratamos mais porque não temos matérias-primas para produzir mais. Assim como as demissões, as contratações se deram na sua maioria em departamentos ligados diretamente ao processo produtivo”, conta o CEO da HTM Eletrônica, Paulo Gustavo de Siqueira Lopes.