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Gestão de estética

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Prestes a completar 40 anos de atividades, a Onodera Estética entrou na batalha contra o novo coronavírus com as armas que conhece: gestão estratégica, inovação e capacidade de adaptar-se às condições impostas pelo mercado.

Lucy Onodera, sócia-diretora da rede de franquias presente em mais de 50 unidades distribuídas em 10 estados brasileiros, relata nesta entrevista algumas medidas adotadas pela empresa no intuito de amenizar os impactos gerados pela pandemia, como a implantação da Consultoria OnLine, investimento num novo portal de vendas e criação de ações promocionais como o Boto Club.

 Estética e Mercado – Como avalia o impacto da crise provocada pela pandemia no setor de beleza e estética?

Lucy Onodera – Acredito que assim como o nosso setor, todos os setores da economia estão sentindo este impacto, não apenas econômico, mas também o impacto social. Por meio de pesquisas, estamos acompanhando as tendências e verificamos que o mercado de beleza, em geral, será um dos primeiros a retomar o crescimento. Para que os nossos franqueados sejam impactados o mínimo possível, desenvolvemos algumas ações, entre as quais podemos destacar as flexibilizações de pagamentos como royalties e fundo de propaganda; ações de capacitação voltadas aos franqueados e força de vendas por meio de treinamentos online, entre outras.

Houve demissões ou fechamento de unidades em virtude desta crise?

Em todo este período de pandemia, houve apenas o fechamento de uma unidade da rede Onodera. Neste caso, nossa maior preocupação e a do franqueado foi a de não prejudicar as clientes que ainda possuem algum saldo de tratamento. Desta forma, daremos continuidade a estes tratamentos assim que retomarmos às atividades. Apesar do fechamento desta unidade, acreditamos em nosso país e enxergamos também o lado positivo em todas as situações. Estamos observando o aumento na procura por franquias neste período em que os empreendedores estão vislumbrando uma grande oportunidade de investimento e rentabilidade a médio e longo prazos. Para evitarmos demissões em massa, utilizamos de todos os recursos disponibilizados pelo governo federal (redução de jornada de trabalho, férias e suspensão de contratos), deste modo, conseguimos manter o máximo possível de colaboradores em nossa rede e, mais do que isso, além de preservá-los, estamos realizando diversos encontros de capacitação e preparando todos para a reabertura de nossas unidades, pois acreditamos que em um curto espaço de tempo possamos ter de volta 100% da nossa força de trabalho.

 Algum projeto adiado em virtude da crise?
Ao contrário! Alguns projetos que estavam engavetados começaram a tomar forma, pois neste momento implantamos a Metodologia Ágile em nosso negócio, e estamos entregando diversos projetos na tentativa de testar o maior número de ações.

O que é a Metodologia Ágile?

As práticas de gestão de projetos precisam se adequar às novas exigências do mercado, que estão cada vez mais relacionadas a entregar valor ao cliente de forma otimizada, transparente e colaborativa. A Metodologia Ágile é uma solução para eliminar gaps nos projetos e potencializar as entregas, o que viabiliza uma otimização dos processos e maior satisfação do cliente. A metodologia está baseada em quatro valores: 1 – mais interações entre indivíduos do que processo e ferramentas; 2 – mais software em funcionamento do que documentação abrangente; 3 – colaboração com o cliente acima da negociação de contrato; 4 – adaptabilidade é mais importante do que seguir um plano. Acreditamos que essa metodologia nos sintoniza melhor com este cenário de transformação digital, sendo umas das maiores premissas entregas com rapidez e com maior frequência, conforme surgem as necessidades do cliente.

As atividades foram retomadas por unidades da rede? Quais alterações foram implantadas nas regras de funcionamento?

Algumas de nossas unidades foram reabertas, mas ainda estamos na expectativa e aguardando as definições dos governos locais para termos a reabertura de 100% da nossa rede. O mais importante para nós é a saúde das nossas colaboradoras e de todas as pessoas envolvidas direta ou indiretamente. Por isso, apoiamos e estamos de acordo com todas as medidas e orientações do Ministério da Saúde e OMS (Organização Mundial da Saúde), pois o mais importante neste momento – sempre foi em nossos 39 anos de história e será –, é cuidar do bem-estar e da saúde de toda sociedade. Este é um mantra que perseguimos incansavelmente todos os dias.

Você percebe mudanças no comportamento do seu público consumidor? Que adequações está fazendo?

Sim. Hoje, o nosso público está receoso e sentindo também todo o impacto desta pandemia, então, eles estão analisando dia a dia como realizarão as compras, para que não haja impacto negativo na despesa da casa. Estamos promovendo diversas adequações em nosso negócio: a implantação da Consultoria Online; adotando o reforço de todas as questões e normas de segurança; implantando e desenvolvendo ferramentas digitais; criando um novo portal de vendas; lançamento tratamentos; dentre outras medidas.

Quais ações gostaria de destacar na gestão do seu negócio neste momento?
Uma das principais ações que implantamos – e será algo que mudará a forma de nos relacionarmos com as nossas clientes — é a Consultoria OnLine, que dentre todos os benefícios, destacamos a comodidade e praticidade no dia a dia para nossas clientes, já que por meio dela agora é possível realizar uma consultoria em qualquer lugar e momento. Outra ação que mudou a nossa forma de pensar e de nos comunicar com nossos franqueados foram os treinamentos virtuais, que nos trouxeram mais agilidade para debatermos temas atuais e importantes ao momento que nós e nossos franqueados estamos enfrentando, sendo uma troca de conhecimento e de boas práticas entre todos.

E sobre os lançamentos e ações promocionais?
Gostaria de ressaltar algumas novidades promocionais e lançamentos, todos voltados a tratamentos rápidos e com excelente resultado. Posso citar o Desafio Quarentena Detox, composto por produtos home care, dieta especial, acompanhamento nutricional, assinatura de um aplicativo de exercícios e tratamentos Onodera. Lançamos também o Boto Club – o Clube da Toxina Botulínica, em que a cliente poderá realizar três aplicações durante o ano, com parcelamento em 12 vezes; além da depilação a laser que está com desconto de até 60%.

Doutora em ciências da saúde pela Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), mestre em direito privado pela PUC-MG e advogada com atuação exclusiva em direito da saúde, Luciana Dadalto é uma das mais conceituadas especialistas e pesquisadoras da bioética e das discussões que envolvem a autonomia do paciente. 

Nesta entrevista baseada no bate-papo feito em abril com Jonatas Vasconcelos, idealizador do Beauty Summit 360, numa live do Instagram, ela afirma que a pandemia do novo coronavírus trouxe muitas dúvidas, não só para profissionais da saúde, e garante que não existem respostas prontas. “As coisas mudam muito rápido e temos que tentar entender o contexto e nos protegermos na medida do possível”, salienta.

Luciana defende que, após conseguirem ser reconhecidos legalmente como profissionais da área da saúde, os esteticistas precisam efetivamente se posicionar e agir como tal, para que o mercado tenha a real percepção do seu valor. Isso implica, segundo ela, entre outros fatores, no compromisso com o cumprimentos das normas de biossegurança e na forma como o profissional oferece seus serviços ao mercado, especialmente neste momento, em que a pandemia reduziu drasticamente os ganhos. Acompanhe os principais trechos da entrevista:

Beauty Summit 360 – Cada vez mais ouvimos falar em bioética na estética. O que ela é especificamente?

Luciana Dadalto – A bioética é um ramo do conhecimento que procura trazer um ponto de convergência entre questões de saúde e as pessoas. Bioética não é uma questão jurídica, filosófica, religiosa ou de saúde. É uma ciência transdisciplinar que trabalha efetivamente os impactos da tecnologia na vida das pessoas. Quando falamos de bioética na estética, abordamos o impacto de todas essas tecnologias no trabalho dos profissionais dessa área, não só esteticistas. Falamos aqui de modificações corporais, da realização de cirurgias, dos procedimentos mais simples e de uma discussão, inclusive, de culto ao corpo e de como lidamos com isso. A bioética tem várias vertentes e é trabalhada de forma diferente em cada país de acordo com sua cultura.

Como é no Brasil?

No Brasil, a vertente mais usada é a do “principialismo”, em que os profissionais da saúde devem balizar suas ações em quatro princípios: o da não-maleficência (não posso fazer mal ao paciente, mesmo que ele deseje); da beneficência (minha ação precisa sempre ter como norte fazer o bem ao paciente); o da autonomia (sempre que possível, respeitar a vontade do paciente); da justiça (pensar no bem da coletividade). Esta última diz muito respeito a este momento específico em que vivemos esta pandemia. A justiça determina que é preciso parar as atividades, tendo um vista o bem maior da coletividade, ou seja, evitar a disseminação do coronavírus. É um dilema, porque não trabalhar significa não ganhar dinheiro e não ter condições de se sustentar. A Covid19 coloca para os profissionais o conflito entre o interesse individual e interesse coletivo.

Como equalizar a questão da sobrevivência e do cuidado com a coletividade? Que riscos assumo neste caso?

É importante entender que não temos proibição de funcionamento dos estabelecimentos. Não há lei para isso. É uma recomendação federal para que procedimentos eletivos em geral não sejam realizados. Dependendo do município, temos regulamentações municipais. Estamos vivendo uma situação de muita insegurança do ponto de vista normativo porque não temos uma normativa do governo federal dizendo que é proibido, mas temos vários municípios que estão cassando alvarás de funcionamento de estabelecimentos que estão em funcionamento. Em Belo Horizonte (MG), onde moro, a prefeitura cassou alvarás de estabelecimentos que estavam funcionando e não eram essenciais. Abrir significa colocar seu negócio em risco para o futuro. Estou disposto aos riscos como perder alvará, ser multado etc? Tem outro risco mais grave, que é o de abrir, ter circulação de pessoas e um paciente contrair coronavírus e imputar a culpa à minha clínica pela contaminação. Isso pode gerar processo judicial de responsabilidade civil e criminal. Temos que tomar cuidado com o pensamento imediatista de que precisamos ganhar dinheiro hoje, o que pode significar nos “quebrar” no futuro. É preciso ponderar. Meu papel é alertar meu cliente sobre esses riscos. Não sou um oráculo e não há 100% de certeza neste momento em relação a esta situação. Cabe a cada profissional avaliar os riscos que ele está disposto a correr.

Como ficam os esteticistas neste cenário?

O esteticista é um profissional de saúde, conforme diz a legislação. Eu penso que o esteticista tem que se posicionar como tal. Não adianta ter discursos contraditórios, querer ser reconhecido profissional da área da saúde e não assumir o ônus disso. O profissional que trabalha com a estética, em geral, tem dificuldade de entender que a saúde física e a estética fazem parte do conceito global de saúde, com consequências que podem ser benéficas ou maléficas, dependendo da situação. A gente precisa achar beleza no caos. Gosto de pensar assim. A pandemia é o caos, mas talvez seja o momento ideal para que os esteticistas se mobilizem e se posicionem no mercado de forma efetiva como profissionais da saúde. Ainda não existe essa identificação nem por parte dos próprios profissionais e nem do mercado.

Essa postura implicaria, então, na atenção total às normas de biossegurança, certo?

Além dos procedimentos de higiene de rotinas (lavar as mãos e usar máscaras, por exemplo), neste momento os profissionais da estética devem usar todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) como capote, máscaras de proteção facial total, luvas, tudo especificado pela Anvisa. A estética não foi apontada como área essencial nesta pandemia, mas alguns procedimentos estéticos como uma drenagem linfática, por exemplo, podem ser necessários e indicados por médicos, o que permite que sejam realizados. Mas a proteção a si mesmo e ao paciente precisa ser redobrada e deve minimizar a possibilidade de contágio. Cabe ao profissional se paramentar adequadamente, ter todos os EPIs necessários, para que possa usar se for acionado para atender. O profissional da estética deve usar os mesmos EPIs utilizados por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem quando for atuar numa urgência ou emergência neste contexto da pandemia.

 

Há quem não siga as regras pela falta de fiscalização.

O profissional tem que entender que o uso do EPI, independente de fiscalização, é proteção para ele e para o paciente. O paciente passa a olhar para o esteticista que cuida rigorosamente da biossegurança como um profissional diferenciado no mercado. O consumidor não denuncia o descumprimento dessas regras porque não vê a estética como saúde. Ele não sabe. Cabe aos profissionais educarem este consumidor. Essa questão da segurança não pode ser esquecida pelo profissional. Ele precisa se conscientizar e as entidades de classe têm essa responsabilidade também de promover essa consciência.

Como você avalia profissionais e clínicas que, impedidos de funcionar neste momento, estão oferecendo venda de vouchers, com pagamento antecipado e descontos, a fim de garantir remuneração durante a crise?

Tem que tomar cuidado. Se eu vendo, terei que entregar. É uma questão de logística. Teremos os clientes que tiveram o tratamento interrompido pela quarentena, os que adquiriram vouchers com desconto, e isso pode comprometer o atendimento. O profissional da estética fica no dilema entre atuar como profissional da saúde ou como um vendedor, na ânsia de fazer caixa e garantir a sobrevivência.

E as “brigas” entre categorias profissionais acerca de autorização para realizar determinados procedimentos? Como vê isso?

É uma briga entre profissionais baseada numa lógica mercadológica. É preciso que se reflita sobre o que estamos construindo: são relações profissionais de saúde baseadas numa competição comercial, uma guerra de mercado. É preciso construir uma interdependência entre esses profissionais de saúde, reconhecer que cada um tem o seu papel, seu lugar ao sol. Não precisa puxar o tapete do vizinho. Precisamos ter certeza de que estamos agindo da forma mais ética possível. Essa briga não protege o profissional de classe, mas mostra cada vez mais ao público que a intenção é ‘comercializar’ o serviço e não ‘profissionalizar’ o serviço.

O mercado está repleto de cursos que prometem formação, preparo e conhecimento. Nem tudo é confiável. O que pensa sobre isso?

Cursos de formação (técnicos, graduação, pós etc) são regulamentados eplo Ministério da Educação. É bom destacar que cursos de capacitação, atualização não formam especialistas. Isso é uma questão de mercado. É fácil criar e oferecer um curso. Quem compra, precisa pesquisar e conhecer o currículo de quem está oferecendo e isso só é possível na Plataforma Lattes, quando se trata realmente de pessoas capacitadas a ensinar. Só que isso, `{as vezes, não é valor pra quem consome. A pessoas muitas vezes querem fazer um curso com o ‘fulano famoso’. Há falsos especialistas em todas as áreas. Quem dá cartaz a eles é quem compra os cursos. É próprio da sociedade de consumo em que o ter é mais importante do que o ser. É preciso cuidado.

https://t.me/beautysummitVeja o vídeo deste conteúdo no canal do telegram.

 

 

Com unidades das franquias fechadas, Buddha Spa, Oral Unic e Majô Beauty Club avaliam tomar empréstimos a juros baixos para enfrentar o período de crise

O governo vem anunciando uma série de medidas econômicas para ajudar pequenos e médios empresários a enfrentarem a crise causada pelo coronavírus. O pacote é extenso e inclui uma linha de crédito para as pequenas e médias empresas financiarem o pagamento dos salários de seus funcionários a juros mais baixos e a possibilidade de suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e de redução da jornada e salários em até 70%, com direito a estabilidade temporária do empregado e recebimento de benefício emergencial pago pelo governo. Além disso, empresas do Simples Nacional (sistema de tributação simplificada) podem postergar o pagamento dos impostos de abril, maio e junho para outubro, novembro e dezembro.

“É a primeira vez na história que a gente vê o governo tomando medidas que realmente ajudam o empreendedor”, comenta Gustavo Albanesi, CEO das franquias Buddha Spa. “Estamos adotando e recomendando que os franqueados também adotem.”

Com todas as unidades da franquia fechadas, o Buddha Spa está utilizando de todos os recursos oferecidos pelo pacote do governo para enfrentar a crise. Prorrogou o pagamento dos impostos do Simples Nacional e do FGTS sobre a folha de pagamento. Também concedeu férias para funcionários que ainda não tinham o período aquisitivo completo e postergou o pagamento do 1/3 das férias desses colaboradores, prática permitida no pacote de ações do governo para manter emprego e renda. Albanesi também decidiu suspender por 30 dias o contrato de trabalho de parte da equipe, que agora passará a receber o auxílio do governo, e, para outros funcionários, reduziu a jornada de trabalho. O empreendedor também está tomando o crédito liberado pelo governo para subsidiar o capital de giro. “Estamos utilizando todas as medidas possíveis neste momento”, diz.

A rede de clínicas odontológicas Oral Unic também vai utilizar o crédito disponibilizado a taxas menores para pagamento de funcionários e recomendou que seus franqueados façam o mesmo. “Assim podemos deixar o dinheiro que seria usado no pagamento da folha para arcar com as outras despesas”, afirma Nadim Farid Nicolau Neto, fundador da Oral Unic.

“É hora de tomar o crédito disponível a juros menores e, se for necessário, usaremos essa possibilidade”, diz Claudia Vobeto, fundadora da rede de franquias Majô Beauty Club. “Os pequenos franqueadores, sozinhos, não têm fôlego para suportar essa paralisação, porque nosso fluxo de caixa depende de royalties e, na maioria das redes, essa fonte de receita parou.”

Um dos mais afetados pela pandemia de Covid-19 pelo mundo, o setor de estética e beleza teve que se reinventar às pressas para buscar soluções inteligentes que contenham os impactos financeiros com o prolongamento da crise. As tendências que já eram previstas desde o final de 2019 para o segmento, somadas ao efeito do novo coronavírus, reiteram a necessidade de utilizar a internet como importante aliada na gestão dos negócios.

Desde março deste ano, as autoridades estipularam medidas de controle da circulação nas cidades e isolamento social, seguindo às recomendações dos órgãos nacionais e internacionais de saúde. Com isso, em muitos lugares, o comércio teve que fechar as portas na correria do combate ao vírus. Empreendimentos como salões de beleza e depilação, clínicas de estética e barbearias ficaram comprometidos pela falta de demanda e seus gestores tiveram que ser criativos para segurar o prejuízo.

Entenda o que o setor pode esperar para o segundo semestre de 2020 e quais as melhores dicas para os profissionais da área para contornar a crise.

O que setor de estética deve esperar no pós-pandemia?

Com os estabelecimentos fechados por tempo indeterminado, os empresários donos de negócios de saúde e beleza enfrentam problemas na manutenção dos espaços, como pagamento de aluguel, entre outros. Isso porque a compra de produtos e serviços desse segmento ficou em segundo plano em relação ao consumo de bens, como máscaras, álcool gel, produtos de higiene pessoal, limpeza e alimentos.

O investimento ganha forças, portanto, na venda antecipada de serviços que serão realizados após a paralisação. Os clientes podem agendar via telefone ou internet cortes de cabelo futuros, serviços de manicure, massagem, depilação e tantos outros. Dessa forma, os gestores veem o dinheiro circular e podem projetar o fluxo de caixa para os próximos seis meses.

O clima é de muita incerteza e os danos gerados pela crise já são um fato sentido no bolso dos empreendedores. Apesar de um possível respiro e normalidade até o final do ano, os donos desse tipo de empreendimento terão que pensar estratégias que reanimem o público, ainda receoso, a voltar a frequentar os salões e centros estéticos.

Dicas para o setor de estética driblar a crise

Em momentos críticos como esse, o segredo é não se desesperar e buscar soluções práticas que ajudem desde já a manter a saúde dos negócios. Confira algumas dicas que separamos:

1. Atualize os dados de seus clientes

Aproveitando as regras de isolamento social, que tal montar em casa uma boa estrutura home office para atualizar o banco de dados dos seus clientes? Dessa forma, além de organizar suas informações, você poderá reavaliar o perfil de seu público e seu comportamento de consumo. Entenda quem são as pessoas que frequentam seu estabelecimento, qual o seu biotipo, horários de maior movimento e os serviços e marcas mais procurados.

2. Mantenha-se ativo nas redes

Se antes da pandemia de Covid-19 a presença nas redes sociais já era uma realidade para aqueles que buscam expandir seus negócios, agora ficou ainda mais importante manter a comunicação ativa com clientes na web.

Aproveite para dar dicas, atualizar os consumidores sobre as novidades no mundo da beleza e também sobre procedimentos de saúde e precaução ao novo coronavírus. Estimule as trocas por meio de depoimentos, fotos, vídeos e hashtags com assuntos de interesse do público.

Informe-os também a respeito de promoções, agendamentos e novidades no espaço para os próximos meses.

3. Faça um levantamento de estoque

O momento é excelente para revisar os produtos em estoque e planejar a próxima leva de encomendas. Entenda as condições diferenciadas oferecidas pelos fornecedores no momento.

Essas foram as dicas para esclarecer o cenário futuro do mercado de beleza no Brasil e ajudar os gestores a controlarem os danos e fortalecerem ainda mais sua posição, aproximando-se dos clientes, mesmo que à distância.

Quer entender melhor o que vem por aí no segmento de beleza? Assine nossa newsletter e fique por dentro das últimas novidades para o seu negócio.

O surto de COVID-19 exigiu que as clínicas de estética suspendessem temporariamente suas atividades em boa parte do país, como medida de contenção do novo vírus. E a dúvida de muitos empreendedores desse segmento é: como fazer a retomada de sua clínica após a pandemia? Como voltar a ter um fluxo de clientes satisfatório? Foi pensando nisso que separamos algumas dicas:

Não saia da mídia

O fato da sua clínica estar fechada não significa que ela deva estar fora dos olhos do público-alvo. Pense bem: as pessoas estão ficando em casa, passando mais tempo nas redes sociais, portanto, é o momento de estar presente nessas plataformas. Aproveite para produzir conteúdo relevante para o momento, como por exemplo, dicas para as pessoas cuidarem da beleza e da estética sem sair de casa. Assim, quando tudo se normalizar e os clientes em potencial estiverem em busca de uma clínica de estética, o seu estabelecimento estará bem fixo na mente deles.

Ofereça pacotes especiais pré-pagos

Se a sua clínica ainda não reabriu, elabore pacotes promocionais de serviços para quem comprar agora e efetuar o pagamento, para agendar quando as atividades forem retomadas. É uma forma de garantir que a clínica continue tendo alguma receita mesmo enquanto está fechada e, quando for reaberta, já vai haver algum fluxo de clientes.

Reforce os protocolos de higiene e segurança

Ao reabrir a sua clínica, é natural que nas primeiras semanas as pessoas continuem com certo receio de frequentar ambientes de uso comum. Portanto, é fundamental reforçar todos os protocolos de higiene e segurança e deixar claro para o seu público que os profissionais estão adotando essa postura.

Os espaços e superfícies devem ser higienizados com mais frequência do que o normal. É preciso disponibilizar álcool gel nos ambientes para os clientes e aumentar o intervalo entre um atendimento e outro para ter mais tempo de realizar uma limpeza minuciosa. Se for o caso, você também pode oferecer máscaras aos clientes assim que eles entram na clínica. Todas as medidas que ajudam a evitar a transmissão do vírus serão bem vistas.

Respeite as determinações da sua cidade

Além do Ministério da Saúde, cada cidade está orientando os estabelecimentos comerciais sobre como devem se comportar, quando estão autorizados a abrir as portas e sob quais condições. Fique atento a essas recomendações e siga-as à risca, para proteger a saúde dos seus clientes e para evitar quaisquer punições.

Acione clientes fiéis

Quando fizer a retomada de sua clínica, é o momento de contar com aqueles clientes fiéis, que já realizaram tratamentos em seu espaço, que já conhecem o trabalho e confiam nele. Essas pessoas serão primordiais para que o negócio volte a funcionar plenamente! Entre em contato com elas, ofereça preços e condições especiais para que elas realizem seus tratamentos na sua clínica. Essa estratégia também vai funcionar para retomar o famoso “marketing boca a boca”.

E é claro: aposte nas estratégias de marketing que serão mais importantes do que nunca para dar visibilidade ao seu negócio. Cadastre-se em nossa newsletter para receber conteúdos exclusivos sobre marketing voltado ao segmento de estética.