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bioestimuladores

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A Bioestimulação do colágeno na pele é uma das ferramentas para retardar o processo de envelhecimento. Os bioestimuladores de colágeno são um ótimo exemplo disso, eles atuam na pele estimulando, como seu nome diz, a produção dessa proteína que tanto impacta na aparência, principalmente da face.

Afinal, o colágeno é uma proteína produzida no organismo para realçar a firmeza e elasticidade para a pele. Porém, a partir dos 30 anos a sua produção começa a baixar, trazendo os efeitos de envelhecimento que já conhecemos.

Dra. Marcela Gouveia.

Daí a grande procura desses procedimentos, a fim de trazer de volta a aparência mais jovem. Pensando nisso, trouxemos algumas dicas da Dra. Marcela Gouveia para potencializar esses efeitos nos pacientes de sua clínica. Veja!

Avalie as necessidades individuais do seu paciente

Avaliar os traços e necessidades dos pacientes é fundamental para trazer não apenas os locais certos para aplicação, como também a técnica mais interessante para obter bons resultados. Isso porque os bioestimuladores estão presentes em diferentes técnicas com diversas recomendações.

Sabemos que há técnicas mais interessantes para face, outras para corpo, assim como o produto mais indicado em cada queixa, como exemplo, Radiesse e Sculptra. Além disso, os bioestimuladores também podem melhorar as feições da face, de maneira natural e leve, de acordo com o desejo de cada paciente.

Execute e oriente a massagem no local de aplicação conforme o produto utilizado.

Alguns produtos, como o Sculptra, devido a sua grande partícula, pode causar nódulos na região tratada, sendo imprescindível a execução correta da massagem para uma total espalhabilidade do produto. A massagem deverá ser realizada de acordo com a regra dos 5 (cinco vezez ao dia, por 5 minutos cada e por 5 dias).

Quando o assunto é lidar com a pele das pessoas é preciso entender a fundo o procedimento, suas diferentes técnicas, substâncias e tecnologias usadas. Tudo para que possamos oferecer exatamente o que é preciso para obter o resultado desejado, além de poder trazer um procedimento interessante para o perfil do cliente, caso ele não tenha ainda nada em mente.

São muitos procedimentos que prometem devolver, principalmente, a juventude para a face e corpo, mas essa responsabilidade exige do profissional profundo entendimento desse trabalho. O resultado é compensatório, já que o cliente sai da sessão satisfeito e sabendo lidar com efeitos colaterais até obter seu tão esperado resultado.

É por isso que trouxemos essas dicas sobre bioestimuladores de colágeno, que parecem ser simples, mas fazem toda a diferença no trato com o seu cliente. E se precisar de mais informações sobre essa área, cadastre-se e receba mais conteúdos!

Em alta nos consultórios, procedimento é opção na busca pelo rejuvenescimento com efeitos naturais

Pasmem, mas o processo de envelhecimento começa lentamente aos 25 anos, quando a renovação celular fica mais lenta, assim como a produção de colágeno. Mas calma, as manifestações são cumulativas e levam um tempo para aparecer, dando seus primeiros sinais nítidos a partir dos 30 anos e se intensificando com a chegada dos 40 anos.

Consequentemente, a conquista de uma pele com mais firmeza, textura e brilho, seja no rosto ou no corpo, tem sido desejo de muitos pacientes que recorrem aos procedimentos estéticos não invasivos. Em resposta a estas pessoas, médicos profissionais da área da saúde e beleza têm apostado nos chamados bioestimuladores. Estes são ativos que fomentam a produção do colágeno e promovem um efeito rejuvenescedor, com resultado natural e progressivo.

Indicação

Marcela Golveia.

Recomendado tanto para as peles mais jovens quanto para tratar flacidez já estabelecida, como acontece nas peles mais maduras, a demanda pelos bioestimuladores teve um boom em 2019 e ganhou força em 2020.

De acordo com a especialista em saúde estética, Marcela Gouveia, o procedimento pode servir como preparo de pele para outros tratamentos complementares. Também é muito bem-vindo na parte corporal, esculpindo o corpo sem precisar recorrer a cirurgia plástica.

“Além de redensificar a pele, melhorar o contorno, a estrutura da face, trazer firmeza e qualidade,  o procedimento prepara a derme para receber preenchedores dérmicos, como é o caso da harmonização facial. No corpo, é excelente para tratar flacidez de abdômen, braços, interno de coxa e dar aquele up no bumbum. Os bioestimuladores causam efeito natural e mais duradouros que o ácido hialurônico, por exemplo”, afirma Marcela que é proprietária de uma clínica que leva o seu nome.

Atualmente no mercado existem ativos como: hidroxiapatita de cácio (Radiesse), acido poli-l-latico (Sculptra) e policaprolactona (Ellanse).

Ao ser injetado logo abaixo da derme, a substância ativa a produção de colágeno que reduz a flacidez da pele e aumenta sua espessura. Desta forma, suaviza as marcas e as linhas de expressão e restaura os contornos e o volume da face e do corpo decorrentes do envelhecimento da pele.

Demanda

Na Clínica Dra. Marcela Gouveia, os bioestimuladores são o carro chefe: é responsável por 70% dos atendimentos.

Por oferecer um leque de possibilidades de tratamento que estimulam o colágeno, é amplo o perfil de quem procura pelo procedimento, revela Marcela.

“São homens e mulheres que buscam o procedimento. O colágeno é quem mantém a saúde e firmeza da pele. Sem ele, envelhecemos mais rápido e os sinais desse envelhecimento ficam mais visíveis”.

O colágeno é a proteína que dá firmeza à pele, mas que diminui sua produção ao longo dos anos.  A degradação do colágeno no organismo ocorre naturalmente a partir dos 30 anos de idade, com perda de aproximadamente 1% do colágeno ao ano.

Exposição solar excessiva, exercícios físicos intensos, poluição e tabagismo podem acelerar este processo.

Tratamento

O tratamento com bioestimuladores depende de cada organismo, da flacidez e da região que receberá a aplicação. A especialista explica que, usualmente, são realizadas de duas a três sessões com espaços de 45 dias para a face e 30 dias para o corpo.

O resultado pode durar de 12 até 20 meses.

 

PHD do Brasil lança produto que promove efeito rejuvenescedor com resultado natural e progressivo

Para quem deseja uma pele sem rugas, sem flacidez e mais viçosa, os bioestimuladores de colágeno são a aposta da vez. Em resposta ao desejo, tanto dos homens quanto das mulheres, a marca PHD do Brasil lança um produto que promove efeito rejuvenescedor e, diferente do que existe no mercado, está pronto para o uso.

A hidroxiapatita de cálcio é o bioestimuador de colágeno mais usado atualmente. De acordo com a marca, em todo o mundo, ela tem sido a primeira escolha para revitalização e flacidez facial, de braço, interno de coxa, abdômen e para empinar o bumbum.

De modo geral, o produto provoca uma leve reação inflamatória na derme, fazendo com que os fibroblastos (células responsáveis pela produção de colágeno) se ativem e produzam novas fibras que dão sustentação à pele. É um forte aliado no combate a flacidez facial e corporal.

Bioestimuladores de Colágeno da PHD do Brasil

Aplicação

A aplicação é semelhante a do ácido hialurônico. O bioestimulador de colágeno é distribuído em alguns pontos da face ou corpo com uma microcânula bem fina, para minimizar a probabilidade de equimoses (roxinhos) e edemas (inchaços).

Dá para voltar ao trabalho no mesmo dia. Mas é recomendado não fazer esforço físico nas 24 horas seguintes, pois a área fica sensível e dolorida. Também é preciso evitar piscina e sauna, que trazem risco de contaminação.

O estímulo do colágeno acontece por até 18 meses após a aplicação, porém, o resultado não é igual para todos. Depende da capacidade individual de produzir colágeno. Situação que pode ser influenciada pela idade, tipo de pele e estilo de vida, que inclui tabagismo, exposição solar intensa e atividade física de alta performance, entre outros.

Segundo a PHD do Brasil, para aplicar o produto e necessário que o profissional seja habilitado com seus respectivos conselhos. O bioestimulador de colágeno da marca é contraindicado a pacientes que tenham alergia aos componentes da sua fórmula.

Benefícios

O tratamento proporciona uma pele com mais firmeza, contorno mais definido, textura e brilho na medida certa. Desejo da maioria das mulheres e dos homens, os bioestimuladores de colágeno vieram para que as pessoas que sonham com a juventude eterna, a alcance.

Com a promulgação da Lei do Esteticista 13.643/2018, que libera procedimentos intradérmicos e subcutâneos para profissionais esteticistas, um debate tem sido gerado em meio a essas mudanças. Por outro lado, as instituições de ensino não perderam tempo e, hoje, algumas já oferecem cursos de pós-graduação nesta área.

É o caso do Instituto Educacional Wilson Wanderlei (IEWW), que foi o primeiro a oferecer o curso de pós-graduação voltado para os procedimentos injetáveis. “Na área da saúde estética fomos pioneiros: montamos e oferecemos a pós-graduação em Procedimentos Intradérmicos e Subcutâneos para profissionais esteticistas no início de 2018, logo depois da promulgação da Lei do Esteticista, (13.643/2018)”, explica o professor Francisco Vitarelli. A lei é referente à regularização das profissões de esteticista e cosmetólogos.

Curso de pós-graduação de procedimentos intradérmicos e subcutâneos já é uma realidade, após regulamentação.

As dúvidas sobre os injetáveis passam, inclusive, pela nomenclatura. O professor Francisco explica que os procedimentos invasivos são de exclusividade dos médicos, o que está disposto na Lei 12.842 de julho de 2013. Ou seja, apenas os médicos podem fazer os procedimentos que adentram por um orifício do corpo podendo chegar a um órgão interno. “Já os procedimentos injetáveis estéticos, não atingem órgãos internos e podem ser aplicados por outros profissionais. Não existe lei no Brasil que proíba essa prática”.

O professor Francisco também reforça a necessidade de cada categoria se ater as funções da própria classe. “Um exemplo é a aplicação de toxina botulínica, que pode ser utilizada em situações médicas, odontológicas – como para problemas de bruxismo -, e para fins de estética. Sendo assim, é importante que cada profissional permaneça na sua área de atuação”, diz ele.

Graduada em Estética e Cosmetologia, Márcia Costa Larica não perdeu tempo e já está concluindo o curso de pós-graduação. “A devida capacitação que essa pós-graduação tão específica e pensada para o profissional da esteticista traz com os tratamentos injetáveis, vai me ajudar a ampliar em muito a gama de serviços que ofereço e meus pacientes não precisarão sair do meu consultório de estética para obter esses procedimentos com outros profissionais”, explica a esteticista.

Sobre a necessidade de uma especialização

Toda profissão nos níveis mais avançados, precisa ter pelo menos uma especialização na área, o que não é diferente no caso da estética. Logo, os cursos precisam trazer conhecimentos atualizados e obter competência na atuação dos diversos procedimentos intradérmicos e subcutâneos pertinentes à área da estética e afins, dentro dos limites legais, éticos e técnico.

Além de aluna do curso de pós-graduação em injetáveis, Márcia Costa Larica também é presidente do Sindicato dos Esteticistas do Rio de Janeiro, o Sindiestetic.  Dessa forma, consegue trazer incentivos para que as colegas de profissão também entendam a necessidade da especialização. “Hoje é fundamental para quem deseja continuar atuando no segmento, além da graduação, fazer as especializações, para se destacar dos demais. Muitos profissionais de todo o país, chegam aos nossos canais de atendimento, diariamente, pedindo orientações, opinião e até direcionamento sobre graduações e especializações, principalmente por entender que quanto mais se qualifica, menos estará limitado pela lei e pelo próprio mercado de atuação”, conclui ela.

Para os profissionais de olho numa especialização, é necessário buscar por um curso que seja aprovado pelo MEC. “Isso significa que a instituição seguiu as regras necessárias para a implantação, enviou as exigências e foi aprovado pelo Ministério”, reforça Francisco Vitarelli.

A força da ANESCO

A Associação Nacional dos Esteticistas e Cosmetólogos cobra diplomaticamente a criação do órgão fiscalizatório (conselho de classe), junto ao Governo Federal. No entanto, é preciso admitir que, com a força da associação, as profissões de esteticista e cosmetólogos foram regularizadas pelo poder executivo. Com isso cresceu a oferta de cursos superiores na área de estética, inclusive na grade de instituições públicas.

Para se ter uma ideia, o curso de tecnólogo de Estética e Cosmética, da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), teve a maior concorrência no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) deste ano. Foram 94 candidatos disputando uma vaga.

O professor Francisco Vitarelli corrobora com a informação e adianta que o instituto educacional do qual faz parte, se prepara, ainda este semestre, para o lançamento de um curso em nível de pós-graduação, exclusivo para os profissionais da área de estética que pretendem seguir carreira acadêmica. “Quem busca trabalhar com educação precisa ser graduado em estética e ter especialização na área. O nosso curso chega para atender mais essa demanda e qualificar os profissionais para a docência.”, finaliza Francisco Vitarelli.

O mundo da estética é encantador, cuidamos não só da beleza dos nossos pacientes, mas também da autoestima. Um trabalho que caminha junto para obtermos resultados satisfatórios. E esses resultados, não são apenas consequência de técnicas bem executadas, mas também do profissional se atualizar em tempo real. Sim, a estética muda constantemente e é preciso estar ligado as novas tecnologias e produtos para um atendimento clínico de excelência.

O mundo dos injetáveis já é amplamente divulgado e conhecido pelos pacientes, quem é que já não se rendeu ao procedimento como toxina botulínica? Mas hoje eu queria falar um pouco sobre as tecnologias de equipamentos que vêm tomando o mercado, como lasers, ledterapia e ultrassom.

Uma novidade que veio para ficar e que promete ser um aliado no ganho de músculos, são os equipamentos que tem a inovadora tecnologia HI-EMT (Treinamento Eletromagnético Muscular de Alta Intensidade), que através de um campo eletromagnético gera contração muscular supramáximas, fortalecendo e causando uma hipertrofia muscular.

E ele vai além da estética, pois aumenta a força e resistência muscular, melhorando assim, a postura, fortalecendo o core e ajudando pacientes em fisioterapia e reabilitação, por exemplo. Também é um tratamento auxiliar para a redução da diástase pós parto.

O procedimento equivale a 20.000 contrações em 30 minutos. O tratamento é composto por 8-10 sessões, sendo o melhor cenário, 2 sessões por semana. Pode ser realizado no abdômen, glúteos, tríceps, coxas (anterior e posterior de coxa) e panturrilhas. Durante a sessão é possível sentir a contração do músculo. Não há dor e as contra indicações são os paciente portadores de marca-passo, desfibrilador interno, implantes metálicos e gestantes.

Aqui na clínica, usamos a tecnologia agregada a outros tratamentos para melhora e potencialização do plano de tratamento de cada paciente. Ele pode ser associado, por exemplo, com bioestimuladores, ultrassom microfocado e rádio frequência.

Dra. Marcela Gouveia

Dra. Marcela Gouveia, 12 anos de experiência em Saúde Estética. Pós-Graduada em Vigilância Sanitária, Doutora em Saúde Pública, Mestre em Medicina Estética, Pós-Graduanda em Cannabis Medicinal e Especialista em Saúde Estética. Atualmente, atua como Esteta na prática clínica em seu consultório, docente em pós-graduação e ministrante de cursos livres de procedimentos minimamente invasivos. Criadora do Protocolo BumBum Plus.

Acostumadas à vida sem maquiagem e às selfies mais reais durante a quarentena, pessoas devem buscar resultados mais naturais e que proporcionem bem-estar. Além disso, procedimentos precisam ser menos doloridos e com menor tempo de recuperação

 

Os procedimentos estéticos (cirúrgicos, injetáveis ou tecnológicos) já há algum tempo são altamente influenciados pelas demandas da sociedade digital. E à medida que a crise do Coronavírus também tem seus impactos no mercado de beleza, a promoção do bem-estar e da positividade tornou-se cada vez mais importante nesse nicho, segundo projeções da Mintel. “As pessoas experimentam na quarentena um grande boom de informações para promoção do autocuidado, que diz respeito não só à saúde para se proteger do vírus, mas é estendido aos cuidados com o bem-estar físico e psicológico. Ao mesmo tempo, elas estão a todo momento com o celular na mão, ligadas nas redes sociais e sendo influenciadas por um movimento importante que preconiza o empoderamento, amor ao próprio corpo, fotos mais naturais e rotinas de autocuidado. Tudo isso com certeza impactará nos procedimentos estéticos pós-pandemia”, afirma o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e médico referência em conhecimento de lasers e tecnologias para fins dermatológicos e estéticos. De acordo com a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, o número de procedimentos injetáveis e minimamente invasivos já vinha crescendo muito, quase 200% desde 2000, e não indicação de desaceleração. Baseado nisso, além do dermatologista, consultamos o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), para entender melhor as principais tendências em procedimentos estéticos em um mundo pós-pandemia. Veja abaixo:

As tecnologias terão papel de destaque

Além das famosos lasers, radiofrequências e ultrassons, o paciente estará de olho em novas tecnologias que possibilitem o tratamento Pró-aging de rugas e flacidez, com resultados menos artificiais, mas que ao mesmo tempo valorizem o bem-estar e autocuidado. A principal – e mais diferente – tecnologia dos últimos anos para esse fim é o plasma de baixa temperatura Surgical Derm. Indicado para rugas profundas, principalmente ao redor da boca e no pescoço, além de fazer o tratamento das sobrancelhas (blefaroplasma), Surgical Derm é um plasma endodérmico que penetra na pele através de pequenos orifícios chegando até a derme e promovendo contração. “Uma sessão do plasma traz mais resultado que 4 sessões de laser CO2, que é um procedimento extremamente dolorido. Ele é um plasma que faz a sublimação (passagem direta de uma substância do estado sólido para o estado gasoso) da pele, que não carboniza: isso é o grande diferencial. Existem outros plasmas, usados por esteticistas, que carbonizam, furam e queimam a pele. O Surgical Derm é um plasma frio que entra na pele com um orifício muito fino e se espalha na derme”, afirma o médico. Com isso, há uma grande contração da pele, que reduz de forma eficaz a flacidez e rugas com resultado percebido já na primeira sessão.

Rapidez da sessão torna injetáveis muito mais atrativos

“Essa é realmente a era de procedimentos estéticos médicos minimamente invasivos”, diz o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo. “Acho que não é apenas por causa do baixo tempo de inatividade, menor custo e por ser um tratamento não tão invasivo, mas também porque há menor estigma e menor barreira à entrada”, completa o médico. E há outro motivo que faz dele um procedimento muito mais aceitável: o tempo da sessão. Como as pessoas ainda vão querer passar pouco tempo fora de casa, para evitar o risco de contágio, procedimentos como injetáveis e lasers rápidos que podem ser feitos na hora do almoço terão vantagem. Além disso, os injetáveis têm geralmente efeitos imediatamente visíveis e tempo de inatividade limitado, qualidades que contribuem para sua inclusão e confidencialidade. Toxina botulínica, preenchedores e bioestimuladores de colágeno tornaram-se tão comuns que, de acordo com a pesquisa anual da Academia Americana de Cirurgia Plástica Facial e Reconstrutiva (AAFPRS), quatro quintos de todos os tratamentos realizados pelos cirurgiões plásticos faciais em 2018 eram cosméticos e não-cirúrgicos, graças aos resultados sutis, mas perceptíveis, e custo relativamente razoável.

Pacientes buscam resultados cada vez mais naturais

Aprimoramentos desproporcionais nos seios, lábios cheios demais e procedimentos cosméticos exagerados são todas as tendências que já estavam saindo de moda e agora são completamente fora de questão, com o advento da naturalidade e o preferencial cuidado com a saúde. “Agora, uma cirurgia plástica ou procedimento injetável bem-sucedido não deve mais ser óbvio. Cada vez mais, os pacientes querem manter sua estrutura geral da face, traços familiares herdados e geralmente querem se parecer com eles mesmos, mas com alguns ajustes refinados”, afirma o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo. Definitivamente, não é como há 10 anos quando as pessoas entregavam uma capa de revista ao cirurgião querendo parecer mais uma supermodelo que não tinha nada a ver com suas vidas. “Agora, as pessoas querem se parecer mais com suas próprias fotos filtradas ou com uma versão do Photoshop delas mesmas. O isolamento tende a acentuar isso. E, recentemente, as pessoas estão muito empolgadas com as pequenas micro-otimizações que as fazem se sentir um pouco mais confiantes, mas não são completamente óbvias aos olhos dos outros”, acrescenta o médico Dr. Mário. “Acho que o aumento dos seios continuará a ser popular, mas com implantes menores, com formas mais naturais ou posicionados. O enxerto de gordura continuará sendo popular até o próximo ano, mas mais para contornos e ajustes, em vez de mudanças grandes”.

Pacientes estão de olho no nível de dor e no inchaço pós-procedimento

Não há dúvida que o isolamento social colocou em evidência a saúde mental das pessoas, que estão confinadas em casa há algum tempo esperando por dias melhores. Nesse sentido, outra tendência é de procedimentos, cirúrgicos ou menos invasivos, com menor tempo de recuperação, que diminuam o inchaço e que causem menos dor – mesmo que isso signifique mais sessões. O clássico ultrassom micro e macrofocado, por exemplo, já evoluiu: agora o Ultrassom 3D Solon permite ajustar exatamente a profundidade onde o aparelho vai agir e o tamanho do dano térmico. Com isso, o tratamento é menos dolorido e reduz flacidez de maneira poderosa. “Do ponto de vista clínico, o tratamento é menos dolorido e muito mais homogêneo. Ele estimula mais colágeno e traz resultados na hora. O paciente pode imediatamente voltar às atividades de rotina”, afirma o dermatologista Dr. Abdo. Além da tecnologia, as cirurgias também evoluíram nesse sentido. O grande destaque é a rinoplastia preservadora, nova técnica cirúrgica que traz excelentes resultados de forma menos invasiva, com menos inchaço e hematomas, além de tempo de recuperação reduzido. “A rinoplastia preservadora tem como objetivo corrigir problemas estéticos e funcionais do nariz de maneira menos agressiva que a rinoplastia estruturada, técnica tradicional que, apesar de trazer bons resultados a longo prazo, exige longo período de recuperação e causa dificuldades caso seja necessária uma segunda intervenção”, explica o Dr. Mário Farinazzo, que trouxe a técnica de maneira pioneira ao Brasil. “Na rinoplastia preservadora há também menos chances de ocorrerem complicações e, caso seja necessária uma nova intervenção no nariz, a cirurgia é mais simples. Por esses motivos, a técnica é principalmente indicada para pacientes que vão realizar a rinoplastia pela primeira vez”, destaca.

Tratamentos preventivos serão grandes

Já que está cada vez mais em voga a ideia do resultado natural, e cresceu a ideia do autocuidado, as pessoas tendem a buscar tratamentos preventivos, com um número maior de pacientes mais jovens adentrando os consultórios médicos. Pesquisa anual da AAFPRS constatou que 72% dos cirurgiões plásticos viram um aumento na cirurgia estética ou injetáveis em pacientes com menos de 30 anos. “Os pacientes também estão recebendo tratamentos regulares a partir de uma idade mais jovem que impedem procedimentos invasivos a longo prazo”, diz o Dr. Mário. E até a toxina botulínica teve que se adequar, com aplicação de microdoses (Baby Botox) que são indicadas principalmente para tratamentos preventivos. Também há opção em lasers, como Pro Collagen, que dá efeito volumizador extremamente natural, com boa indicação para procedimentos preventivos, e é ainda menos invasivo que os injetáveis. “E tudo isso sem esquecer do autocuidado em casa na nossa rotina skincare, que deve continuar mais forte do que nunca”, finaliza o Dr. Abdo.