O crescimento acelerado do mercado de estética também trouxe um aumento nas dúvidas jurídicas relacionadas à contratação de profissionais da saúde dentro das clínicas.

Entre empresários do setor, uma das questões mais recorrentes envolve a exigência, ou não, de CNPJ para biomédicos atuarem em clínicas de estética.

Em artigo publicado recentemente, a advogada Bruna Barbosa esclarece que o ponto central não está apenas na existência de um CNPJ, mas principalmente na forma como a relação profissional é estruturada juridicamente.

Segundo a especialista, muitos empresários acabam acreditando que a simples formalização como pessoa jurídica elimina riscos trabalhistas, tributários e operacionais. No entanto, dependendo da dinâmica da atuação dentro da clínica, a estrutura pode ser interpretada de forma diferente pela Justiça.

A discussão ganhou força após uma reunião realizada com mentorados da Beauty Connect, onde o tema gerou dúvidas entre donos de clínicas sobre contratação, parceria profissional e segurança jurídica nas operações.

O assunto se tornou ainda mais relevante diante da profissionalização do mercado de saúde estética, que vem exigindo não apenas evolução técnica, mas também maior maturidade empresarial e estrutural.

O artigo completo da Dra. Bruna Barbosa pode ser acessado no link abaixo:

Leia o artigo completo no blog da Dra. Bruna Barbosa

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Publisher do Portal Estética e Mercado, CEO da Beauty Connect e idealizador do Beauty Summit 360, um dos principais congressos do setor. Com mais de 25 anos de experiência na área comercial, é formado em Marketing e atuou por 10 anos como gestor de clínica. Especialista em vendas complexas no mercado B2B, dedica-se a mentorar profissionais da saúde estética, ajudando-os a potencializar seus resultados por meio de estratégias eficientes de marketing e vendas.

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