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Inovação na estética

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Com investimento inicial a partir de R$ 39 mil, a Smart Spa oferece serviços corporais e faciais de alto padrão na casa do cliente

Smart Spa, aplicativo que conecta massagistas e terapeutas a clientes, aderiu ao sistema de franquias e agora é uma microfranquia. Assim como o  Buddha Spa, o aplicativo foi criado por Gustavo Albanesi, fundador da maior rede de franquias de spas urbanos do país. O Smart Spa integra o grupo e oferece um modelo inovador no segmento de estética em domicílio, que entrega na casa do cliente serviços corporais e faciais de alto padrão.  

A nova microfranquia é 100% home based. Nesse sentido, não há necessidade de o microfranqueado ter um ponto comercial. O empreendedor cria sua rede de terapeutas, que passam por treinamento com a equipe do Smart Spa por meio da plataforma de educação a distância da marca e de sessões técnicas presenciais. A conexão com os clientes é feita por meio da plataforma oferecida pelo franqueador.  

Gustavo Albanesi

“Mais de 200 profissionais já foram treinados por meio no Smart Spa”, revela o presidente da Smart Spa e CEO do Buddha Spa, Gustavo Albanesi. 

Atualmente, a novidade está ativa em São Paulo, Barueri, Rio de Janeiro e Curitiba. “Mas existe a possibilidade de franquia e ampliação da atuação para todo o Brasil”, afirma Albanesi. 

 

Inovação 

A plataforma e o aplicativo têm, por trás, tecnologias modernas que permitem ao franqueado automatizar processos de pedidos, pagamentos, geolocalização de clientes e de terapeutas.  

Concebido e gerido pelo grupo Buddha Spa, o Smart Spa já nasce com uma experiência de quase 20 anos dbons resultados na formatação de franquias voltadas para o segmento de beleza e bem-estar. 

Benefícios ao aderir à microfranquia Smart Spa 

Preparação e treinamento 

Antes de mais nada, o franqueado terá acesso a todos os detalhes e segredos para lucrar no mercado de estética, com treinamento de gestão especializado nas áreas operacionais, de marketing, formalizações legais e estratégias de precificação. 

Treinamento da equipe 

O treinamento da equipe da microfranquia é feito por meio da plataforma de educação a distância do Smart Spa e sessões técnicas presenciais. 

Plano de comunicação 

O franqueador oferece estruturação de campanha online estratégica de originação de clientes e vendas e materiais impressos para distribuição e divulgação na região de atuação da microfranquia. 

Plataforma de gestão e controle 

O franqueado Smart Spa tem acesso aos sistemas integrados de gestão oferecidos pelo franqueador, que automatizam controles de pedidos de clientes, pagamentos, receitas e processos, apresentando relatórios simples que facilitam a análise. 

Materiais e equipamentos 

O franqueado recebe kits de materiais iniciais para sua equipe: macas, produtos, flyers e cartões de divulgação, além de toda a rouparia e acessórios necessário para os atendimentos. 

Parcerias estratégicas 

O franqueador se encarrega de fazer parcerias com meios de pagamento e plataformas online que reduzem os custos de transação e vendas das microfranquias. 

Ficha técnica 

Início da Franquia no Franchising: 2020 

Investimento total aproximado: a partir de R$ 39 mil 

Taxa de Franquia: valor incluso no investimento total 

Capital de giro: R$0 a R$5 mil 

Royalties fixos: a partir de R$ 690   

Fundo de propaganda: a partir de R$ 390 por mês (fixo) 

Área mínima de uma unidade: home based 

Número mínimo de pessoas na operação:  

Faturamento médio: R$20 a R$70 mil (depende do tamanho da cidade) 

Lucro:(médio mensal): 35% faturamento 

Prazo de retorno do investimento: de 10 a 18 meses 

E-mail da área de expansão: franquias@smartspa.com.br 

Para mais informações, acesse: www.smartspa.com.br/franquias 

Telefone:(11) 98099-1426 

Sobre o Smart Spa 

Criado em 2017 como um aplicativo que conecta terapeutas e massagistas a clientes, o Smart Spa aderiu ao sistema de franquias em 2020 ao formatar sua microfranquia. Concebido e gerido pelo grupo Buddha Spa, a maior rede de franquias de spas urbanos do país, o Smart Spa já nasce com uma experiência de quase 20 anos na entrega de serviços de qualidade e sucesso na formatação de franquias voltadas para o segmento de beleza e bem-estar. 

Espaço Zanama é um coworking destinado a profissionais da saúde, funciona há dois anos e abre segunda unidade em junho

 

            Em abril de 2018, num dos pontos mais tradicionais do Centro do Rio de Janeiro – bem pertinho do Largo da Carioca –, entrava em operação o Espaço Zanama (www.espacozanama.com.br) , um coworking de alto padrão destinado a profissionais da saúde. O modelo de negócio, criado pelos irmãos Rafael e Pedro Muniz, é único no país. Por meio de uma plataforma própria de gerenciamento, os membros conseguem realizar, editar ou cancelar suas reservas de forma rápida, usando celular, tablet ou computador.

No Espaço Zanama o profissional tem à sua disposição salas, equipamentos e toda estrutura que uma clínica de alto padrão oferece, sem precisar se preocupar com condomínio, conta de energia e funcionários.

O negócio deu tão certo que o Espaço Zanama abre sua segunda unidade no dia 13 de junho e passa a operar também no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca. É claro que a crise trazida pela pandemia afetou bastante o negócio, mas não o suficiente para intimidar Rafael e Pedro. Eles contam nesta entrevista como estão contornando a crise e revelam os planos de como pretendem continuar de mãos dadas com o sucesso.

Estética e Mercado – Como nasceu a ideia de criar o Espaço Zanama que, até onde sabemos, é um coworking voltado a profissionais da saúde e da estética com modelo inédito no país e, possivelmente, no mundo?

Rafael Muniz – Trabalhamos por cerca de dois anos alugando equipamentos para profissionais da área da saúde, com um apelo maior para a área da estética. Nossa empresa trabalhava com os aparelhos convencionais como radiofrequência, criolipólise, criofrequência e outros. Isso nos deu a oportunidade de nos aproximar da realidade desses profissionais, de seus locais de trabalho e, em muitas vezes, da relação de negócios que eles possuíam com o dono da clínica em que trabalhavam, pois, muitas vezes as negociações e os contratos ficavam sob a responsabilidade do profissional que, embora não fosse o dono do estabelecimento, era quem precisava assumir os riscos da locação, se quisesse aumentar o faturamento, que por sinal, era quase que inteiramente repassado ao dono da clínica em forma de comissão. Notamos que existiam profissionais extremamente empreendedores, inventivos e que, por falta de oportunidade/capital, não tinham como se arriscar com um negócio próprio. Isso obrigava-os a seguir no esquema de subordinação e comissionamento exercido pela clínica que, em sua grande maioria das vezes, se mostrava explorador. A aproximação com os donos das clínicas também foi de grande aprendizado. Em determinados casos a nossa negociação e a assinatura dos contratos era feita diretamente com o dono(a) da clínica, que geralmente também era o profissional responsável por executar o serviço (foram poucos os casos em que encontramos um “administrador” tomando conta de uma clínica ou de um negócio na área de saúde, geralmente o dono também desempenha o papel de executor). Isso nos fez enxergar o quanto esses profissionais se desdobravam para cuidar dos atendimentos e da parte administrativa. Notamos que quando eles atendiam muito o negócio desandava na parte administrativa e, se passavam muito tempo administrando, o negócio padecia por falta de dinheiro entrando.

Foi aí que vocês viram a oportunidade de criar uma proposta diferenciada?

Pedro Muniz – Notamos que não existia um modelo de negócios orientado para auxiliar com o qual esses profissionais pudessem começar um negócio de maneira segura, escalável e de baixo custo e complexidade. Isso incluía até mesmo os que já possuíam um negócio funcionando, mas desejavam expandir para outras regiões da cidade. O que existia no mercado, e ainda existe hoje (transvestido como espaço de coworking), são clínicas/médicos que sublocam salas ociosas para ajudar na complementação da renda no final do mês. Esse modelo, por falta de um sistema de gerenciamento voltado para o profissional que está sublocando o espaço, precisa ser muito engessado para permitir que o dono do local faça tudo de maneira simples e não perca muito tempo gerenciando esses horários na agenda. Fora que, nesses casos, o profissional precisa levar seus clientes para dentro de uma clínica que não é dele, passar as informações de seus clientes para uma secretária que não é dele e, no final das contas, toda sua base de clientes acaba sendo transferida, sem que ele se dê conta, para uma outra pessoa (e ele ainda paga para isso…rs). Outro grande problema desse modelo é que não existe qualquer iniciativa do local para realmente promover o negócio do profissional que está alugando, geralmente a verba de marketing e administração é integralmente voltada para promover o dono do espaço que, se cresce muito, vai precisar utilizar os horários que está sublocando para fora (e ai, o profissional que está sublocando aquele horário passa a não poder mais) e, se perde dinheiro, precisa fechar ou se mudar (e nesse caso, o profissional que está sublocando o espaço também acaba sendo prejudicado). E claro, não precisamos nem mencionar que não existe um ‘coworking’. Não existem diversas salas com profissionais diversos atendendo e uma recepção grande onde eles possam se sentar para conversar e interagir, ampliando seu network. Muito menos qualquer sistema que estimule essa integração.

Quais foram então os pontos principais que vocês procuraram desenvolver neste modelo de negócio?

Rafael – Nossa ideia foi ir na contramão do que vimos e montar um negócio em que pudéssemos aproximar essas pessoas, gerar networking e colocar esses profissionais no centro da atenção. Tudo que fazemos é para gerar valor para o negócio desses profissionais. Desde uma estrutura de luxo com um ambiente descolado até um sistema próprio de gerenciamento de reservas que permite que o agendamento seja feito sem qualquer complicação. No Espaço Zanama todos os profissionais atendem pagando por hora e o agendamento não tem qualquer imposição nossa em relação a dia e horário. Os profissionais entram em nosso sistema e fazem suas reservas conforme sua conveniência. Escolhem o dia e o horário em que querem atender e, ao chegar no local, tudo está preparado, limpo e organizado esperando por eles. Isso permite uma agenda flexível e, consequentemente, maior capacidade de atender pessoas ao longo da semana/mês. E é exatamente essa flexibilidade de estar no Espaço em dias diferentes que permite que os profissionais se conheçam, troquem ideias, clientes, criem parcerias e etc.

2- Como foi a evolução do negócio entre a abertura da primeira e da segunda unidade?

Pedro – A evolução foi um aprendizado incrível. O negócio, da forma como foi concebido, era voltado para profissionais da estética, tanto no seu modelo, quanto na estrutura de nossas salas. Logo nos primeiros meses começamos a receber dezenas de profissionais de outras áreas querendo trabalhar conosco. Cada um trazia na bagagem uma necessidade específica em relação ao nosso sistema e algumas frustrações em relação à estrutura de nossas salas. Foi nesse momento que percebemos que, assim como existiam oportunidades para o setor da estética, profissionais de todas as outras áreas da saúde também poderiam se beneficiar do nosso modelo de negócios, contanto que fizéssemos algumas modificações em nosso sistema, operações e estrutura das salas. Foram meses de profundo aprendizado, transformando muitos feedbacks que recebíamos em planos de melhoria para os serviços que oferecíamos. Ter tido a humildade de escutar e a habilidade de nos reinventarmos foi crucial para permitir que encontrássemos um modelo estável que fosse igualmente interessante, tanto para um esteticista quanto para um cardiologista. Hoje, no Espaço, atendemos profissionais de mais de 20 especialidades diferentes. Tudo que fazemos leva em consideração os feedbacks de nossos clientes e isso é fundamental para que cresçamos no caminho certo, fazendo com que eles entendam que fazem (e são) parte fundamental do que estamos construindo. Decidimos abrir a segunda unidade após validarmos que possuíamos um modelo de negócio estável e replicável, financeira, legal e operacionalmente. A principal ideia por trás da expansão é permitir que nossos clientes possam expandir conosco, explorar outras regiões da cidade e prospectar para uma parte maior de pessoas. Nossos clientes poderão atender em ambas as unidades por meio de um mesmo contrato, isso traz uma série de benefícios e oportunidades, ao mesmo tempo em que não aumenta a complexidade do negócio e tampouco gera qualquer custo extra.

Como estavam as expectativas em relação ao mercado para 2020 antes da pandemia? O que mudou?

Rafael – Havia muitas expectativas para 2020. No ano passado, tivemos um desempenho incrível tanto que, em diversos meses, precisamos até ‘fechar as portas’ por falta de capacidade operacional para atender a demanda que recebíamos. Havia diversos projetos grandes para serem implementados em 2020 (fora a expansão) e, infelizmente, muitos precisarão ser adiados. Permanecer por mais de dois meses de portas fechadas foi um golpe duro, tanto para nós quanto para nossos clientes. Sabemos da importância e da responsabilidade que temos com a vida profissional de muitos de nossos clientes que dependem de nós para voltar às atividades (somos o único local de trabalho de vários deles). Por isso, resolvemos reabrir nossas unidades, adotando todos os protocolos de segurança possíveis para evitar qualquer tipo de disseminação da Covid-19. Essa pandemia enraizou um medo sem precedentes de sairmos de casa e isso, é claro, vai se refletir no faturamento de nossos clientes. Essa retomada será gradual e dura. Nosso objetivo no momento é auxiliar nossos clientes nessa retomada. Estamos nos preparando para um mercado extremamente debilitado e projetando uma retomada muito mais lenta do que previmos. Estamos em um momento de olhar pra dentro, arrumar a casa, sacudir a poeira, enxugar os olhos e ter esperança de que as cosias vão dar certo. O futuro está mais imprevisível do que nunca, paramos de planejar a longo prazo e passamos a nos dedicar integralmente ao agora.

De que forma o Espaço Zanama tem enfrentado os impactos da crise causada pela pandemia?

Pedro – A inauguração de nossa segunda unidade estava prevista para dia 21 de março. Fechamos por conta da pandemia no dia 18 de março. Já estava tudo comprado para a festa de inauguração que, por motivos óbvios, também foi cancelada. Foi um golpe duro, precisamos cancelar uma série de atividades, desmarcar com dezenas de convidados… Mas sabíamos que era o certo a se fazer. Os próximos dias foram de muitas incertezas. Ninguém sabia ao certo o que aconteceria, quais seriam os impactos, quando poderíamos reabrir… Então começamos a nos estruturar no sentido de cortar todos os custos e renegociar tudo que pudéssemos. Decidimos, logo de cara, que faríamos de tudo para não demitir nenhum colaborador, e assim foi feito. Aproveitamos esse período para estudar sobre nosso posicionamento após a pandemia e quais projetos (que estavam no pipeline) ainda seriam executados e quais precisariam ser descartados.

Como reverter este cenário dramático?

Rafael – Ao longo dos próximos meses faremos o maior investimento em marketing já realizado por nós, voltado exclusivamente para divulgar nossos clientes, abriremos as portas de nossa nova unidade para que nossos clientes atendam de graça ao longo de todo o mês de junho e, para aqueles que não puderem retornar (por qualquer impedimento), estamos dando a opção de trancar os contratos/mensalidade. Fora isso, estamos abrindo também uma linha exclusiva de preços incentivados para profissionais/empreendedores que perderam seus negócios durante a crise.

As atividades já estão sendo retomadas? O que muda a partir de agora na gestão do negócio e na relação com seu público-alvo?

Pedro – Sim, vamos reabrir ambas as unidades ainda em junho. A relação com nosso público-alvo e clientes não vai mudar. Sempre fomos muito próximos de todos, sempre estivemos abertos ao diálogo e sempre nos empenhamos ao máximo para garantir que todos tivessem uma experiência incrível durante o tempo que passam conosco. Isso é o que temos de mais valioso em nosso espaço e é dessa forma que continuaremos conduzindo nosso negócio.

Quais têm sido as lições aprendidas por você, como gestor, nesta crise gerada pela pandemia?

Rafael – Ficou claro o quanto pequenos negócios estão expostos a momentos de crise severos como este. Principalmente no Brasil, onde além de termos uma carga tributária elevadíssima, em tempos como o que estamos enfrentando, não vimos qualquer agilidade por parte do governo para proteger esses empreendedores. Ter um bom planejamento financeiro e caixa emergencial foi fundamental para que sofrêssemos menos durante esse período. Como espaço de coworking, temos o DNA empreendedor em nossas veias, respiramos esse ar diariamente e sempre demos muito valor aos profissionais que escolheram seguir por conta própria em um país com tantas barreiras burocráticas, legais, informativas e financeiras. O resultado econômico catastrófico dessa pandemia só reforçou o propósito pelo qual montamos nosso negócio e evidenciou o quanto trabalhar em um espaço de coworking pode fazer a diferença para empreendedores.

 

A revolução tecnológica que o mundo passa é um processo de grandes mudanças para o ramo do empreendimento. Em todas as áreas, estão sendo implantadas algumas novidades, seja um software ou uma técnica nova, ou até um novo produto.

O ramo da estética ganhou enorme valorização nos últimos anos e a tecnologia é um dos aliados nesse crescimento. Novas técnicas e novos equipamentos que o mercado possui são voltados para melhorar a vida das pessoas.

Esse crescimento pode gerar um desequilíbrio na procura e oferta, ou seja, é preciso se manter atualizado para servir as pessoas do melhor jeito e sair na frente dos negócios concorrentes.

Cuidar do nosso corpo e da nossa saúde é também cuidar da nossa autoestima. Hoje em dia, a importância da estética na vida das pessoas é indescritível. Por isso, manter o seu negócio no nicho da estética atualizado com as inovações tecnológicas é extremamente importante.

É preciso inovação na mina clínica de estética?

A resposta é: sim! Inovar no atendimento, nas técnicas e no modo de captação dos clientes é um passo para se adequar a esse mundo repleto de oportunidades.

Trabalhar com estética é trabalhar com ciência e saúde, na visão de nossos pacientes/clientes é em certo ponto, trabalhar com moda. Portanto, se manter atento (a) com as novidades do mercado, descobertas cientificas e com as novidades apresentadas por grandes nomes da estética, pela industria e sites direcionados, é um modo de se atualizar.

Muitas pessoas acreditam que o futuro e a Ciência sempre terão uma solução para aquela ruga, aquele amarelo no dente, aquela gordurinha localizada e outras coisas que podem trazer incômodo.

E até hoje a Ciência e o futuro se encarregaram de suprir as necessidades e cumprir as expectativas dessas pessoas.

Portanto, manter seu negócio atualizado é acreditar no seu cliente e na capacidade que o seu negócio tem de transformar realidades e realizar sonhos.

Como inovar na minha clínica estética para ela crescer?

Em primeiro lugar, para inovar é preciso não ter preconceitos. Cada vez mais a diversidade tem ganhado força e procurado todos os serviços. Por isso, invista em treinamentos de atendimento, e exercite o respeito ao cliente.

Também é notável que a inovação tecnológica está aliando produtos orgânicos e veganos, com equipamentos de última geração. Pesquise sobre o ramo trabalhado e veja quais são as opções que podem trazer novos clientes que consomem conscientemente.

Além do que já foi dito, a nova tendência do mercado é o tratamento personalizado. Entender como funciona essa estratégia é imprescindível para chamar a atenção dos clientes e torná-los fixos.

Outro passo para inovar é buscar conhecimento:

– Frequente feiras e workshops;

– Leia artigos e notícias;

– Saiba sempre o que é novidade e se essa novidade se encaixa no seu negócio.

Este artigo que você está lendo é uma forma de se manter atualizada e buscar conhecimento. Assine nossa newsletter e se cadastre para receber todas as novidades do mercado.

O Estética e Mercado é o primeiro portal de notícias segmentado que traz informações exclusivas sobre o mercado de estética e saúde. É tudo que o seu empreendimento de estética precisa para a tomada de decisão e estar sempre à frente com inovação e qualidade no mercado.

A tecnologia tem revolucionado a maneira como nos relacionamos, vivemos e trabalhamos. Tanto no campo macro, quanto no micro, podemos identificar as transformações que os avanços tecnológicos nos trazem. E com as áreas profissionais e o mercado de trabalho, não haveria de ser diferente. A tecnologia pode também influenciar muito na maneira como trabalhamos em uma clínica de estética.

E um dos mais importantes aliados tecnológicos deste campo é o uso de produtos de inteligência artificial em avaliações faciais e corporais. A utilização da inteligência artificial já é uma realidade em muitas clínicas de estética e cirurgia plástica, consultórios odontológicos, consultórios dermatológicos e centros de especialização em estética facial e corporal.

A importância de manter sua clínica de estética atualizada

Por meio do suporte de ferramentas, como o reconhecimento facial automático; equipamentos de radiofrequência; softwares que capturam, fazem análise dos dados e delineiam padrões estéticos personalizados; a física computacional; os exames de imagem; os algoritmos, dentre outros dispositivos, o universo da estética vem passando por revoluções em seus moldes de funcionamento, atendimento e desenvolvimento para com seus clientes.

Em meio a tantas mudanças na área, ocorre também a garantia de avaliações mais específicas para cada caso, tratamentos mais eficazes e mais seguros, assim como uma maior alcance de previsibilidade de resultados aos pacientes e clientes. Além disso, o mercado vem se modificando, principalmente com o aparecimento de muitas startups de beleza e estética.

De que maneira se atualizar para sua clínica crescer?

É com muita rapidez que novos tratamentos e tecnologias inéditas chegam à mídia e a clientes antenados ávidos por usufruir o que há de melhor no universo estético. Por esse motivo, é imprescindível aos médicos e clínicas estéticas estarem capacitados para absorver as inúmeras transformações científicas tecnológicas que o mercado oferece diariamente.

Para Gisela Pajolla, PhD e Pós-Doc pela USP, e dona de uma clínica estética no interior de São Paulo, se manter atualizada perante as inovações tecnológicas é fundamental nesta área.

“Estou sempre nos maiores eventos da área. Participo de congressos, eventos do setor, cursos e visitas técnicas, como a Cosmoprof, em Bologna (Itália), maior evento mundial do segmento. São eventos especializados que reúnem profissionais e cientistas de todo o mundo que estão sempre apresentando o que é tendência nas principais clínicas de estética do Brasil e do exterior.”, explica Gisela.

Afinal, de nada adianta a tecnologia se não houver capacitação e conhecimento devido dos instrumentos a serem manipulados nas clínicas e grandes centros especializados. Os equipamentos se apresentam de forma cada vez mais sofisticada e tais supermáquinas necessitam de base científica e treinamento do profissional de estética que as manipulam.

Ou seja, o profissional de estética precisa estar sempre em movimento e aprendizagem. Para manusear tecnologias avançadas, ele precisa estar munido de conhecimento sobre funcionamento e estrutura celular, processos físico-químicos que acontecem em células e tecidos, e fisiologia. É extremamente necessário entender como responderá cada biótipo diante da tecnologia e através de produtos estéticos.

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