Royal Face e Grupo SMZTO: juntos pela democratização da beleza

A Royal Face, rede de franquias fundada em Curitiba (PR) pela dentista Andrezza Fusaro, foi recentemente incorporada pelo grupo de private equity SMZTO, do empresário José Carlos Semenzato. Com uma participação minoritária de 25% da Royal Face, a expectativa do grupo é dobrar o número de clínicas e em 3 ou 4 anos atingir um faturamento de 1 bilhão de reais. Atualmente a marca de franquias conta com 250 unidades e um faturamento na faixa de 250 milhões de reais. O portal Estética e Mercado conversou com Andrezza Fusaro, fundadora da marca Royal Face para entender quais as perspectivas futuras para a rede. Confira abaixo. 

Estética e Mercado: Como a Royal Face percebe o atual cenário de crescimento no mercado de franquias de estética?
Andrezza Fusaro: O segmento, assim como todo o mercado de estética, se encontra em um momento desafiador principalmente pelas taxas de juros atuais onde o custo dos tratamentos acaba ficando alto para os consumidores finais. Estamos trabalhando fortemente em algumas frentes, reforçando nosso posicionamento de democratização da beleza com qualidade e segurança.

EM: De que forma a aquisição pelo grupo SMZTO irá impactar o crescimento da rede?
AF: A entrada do Grupo SMZTO é uma chancela de um modelo de negócio de sucesso, testado, validado e comprovado que dá certo. Estar dentro da SMZTO nos leva para um outro patamar de governança e tamanho de empresa. Nos possibilita escalar de forma exponencial nosso negócio assim como as outras marcas do grupo.

EM: Quais são os principais impulsionadores desse crescimento e como a empresa se posiciona para aproveitar essas oportunidades?
AF: Desde o início da Royal, sempre focamos no nosso propósito de democratizar a beleza, torná-la acessível para todas as classes sociais. Isso tudo embasado na qualidade dos produtos utilizados, produzidos pelas maiores empresas globais como Allergan, Galderma e Merz, com preços acessíveis e com toda a segurança. Nossas equipes são treinadas no nosso Centro Técnico onde a transmissão do conhecimento é feita de forma única para todas as nossas clínicas. E claro, quando falamos em democratizar a beleza, não podemos esquecer do Carnê da Beleza, em parceria com a Ucred Serviços Financeiros, que realmente possibilitou essa democratização, parcelando os procedimentos em até 24 vezes, sem que o cliente precise comprometer o limite pessoal do cartão de crédito. Esse sucesso foi tão grande que hoje, a Ucred, também expandiu os seus negócios oferecendo o carnê para outras redes de estética, além de atender também clínicas da área da saúde, serviços veterinários e de varejo. O sucesso do Carnê da Beleza da Royal Face e a política da democratização, levou a Ucred rumo ao sucesso em outras áreas do mercado de produtos e serviços que também tem o ímpeto de dar acesso à suas áreas de atuação a todas as pessoas.

EM: Diante da concorrência acirrada nesse setor, quais são as principais ameaças que a Royal Face identifica?
AF: Cada operação tem sua estratégia e forma de atuar. Focamos nossos esforços na nossa operação. Buscamos sempre trazer as melhores oportunidades e procedimentos para nossos clientes. 

EM: E, por outro lado, quais as oportunidades a empresa busca explorar para se destacar e inovar no mercado?
AF: Avaliamos cuidadosamente novos procedimentos e produtos de forma muito responsável. A cada minuto surge um procedimento novo, uma forma diferente de fazer um tratamento ou técnica. No nosso caso, sempre analisamos o todo e os impactos que podem gerar em nossos clientes. Com isso, quando lançamos um procedimento novo é porque temos certeza da segurança e efetividade dos resultados. 

EM: Com a crescente popularização dos tratamentos estéticos, como a Royal Face se adapta para atender às demandas variadas dos consumidores?
AF: Estamos sempre lançando procedimentos novos, com custos acessíveis e buscando os melhores fornecedores mundiais. Por isso, oferecemos o mesmo produto para diferentes públicos, tornando o custo acessível e adaptável de acordo com o poder de compra e investimento de cada cliente. 

EM: Quais são algumas estratégias específicas para manter a relevância em um mercado tão dinâmico?
AF: Estamos sempre atentos aos lançamentos e evoluções nas técnicas. Temos um corpo técnico que faz reciclagens periódicas com toda a rede a fim de transmitir todas as atualizações. 

EM: A estratégia de expansão por meio de franquias tem sido crucial para a Royal Face. Poderia compartilhar conosco os desafios e benefícios dessa abordagem?
AF: Para a Royal Face todos os nossos franqueados são nossos sócios. Nosso sucesso depende do sucesso deles. Por esta razão, focamos em levar o que tem de melhor para a rede, visando em ter sócios satisfeitos e prosperando. Temos muito cuidado na padronização dos procedimentos e nas escolhas de fornecedores, o que nos garante uma uniformidade de qualidade que é perceptível nos nossos clientes que procuram uma clínica. 

EM: O modelo de negócio da Royal Face é conhecido por sua inovação. Poderia compartilhar conosco elementos-chave que diferenciam a marca?
AF: Nossa inovação é pautada na qualidade, confiança e segurança. A Royal Face é um organismo vivo. Estamos sempre abertos ao que têm de novo.  

EM: Com o avanço das tecnologias, como a Royal Face incorpora inovações em seus serviços e operações? 

AF: Acabamos de levar para nossas clínicas um equipamento que retrata exatamente nosso posicionamento em inovação constante. Disponibilizamos para todas as nossas unidades o Ultrassom Microfocado e o Macrofocado da Ultramed. E desenvolvemos mais de 30 procedimentos para todo o corpo.

EM: Existem planos para explorar novas tecnologias, como realidade aumentada, inteligência artificial ou outras, para aprimorar a experiência do cliente?
AF: Temos iniciativas sendo utilizadas com Inteligência Artificial. E estamos sempre analisando coisas novas.EM: Para finalizar, quais são os principais desafios que a Royal Face antevê para o futuro do mercado de franquias de beleza e estética?
AF: Sempre olhamos a metáfora do copo meio cheio e meio vazio. Somos otimistas, mas realista. No contexto geral, o mercado está mais racional, e com isso temos grandes diferenciais frente aos concorrentes.  Nossa qualidade na prestação dos serviços e fornecedores nos possibilita continuar nossa democratização da beleza.

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