O crescimento acelerado do mercado de estética também trouxe um aumento nas dúvidas jurídicas relacionadas à contratação de profissionais da saúde dentro das clínicas.
Entre empresários do setor, uma das questões mais recorrentes envolve a exigência, ou não, de CNPJ para biomédicos atuarem em clínicas de estética.
Em artigo publicado recentemente, a advogada Bruna Barbosa esclarece que o ponto central não está apenas na existência de um CNPJ, mas principalmente na forma como a relação profissional é estruturada juridicamente.
Segundo a especialista, muitos empresários acabam acreditando que a simples formalização como pessoa jurídica elimina riscos trabalhistas, tributários e operacionais. No entanto, dependendo da dinâmica da atuação dentro da clínica, a estrutura pode ser interpretada de forma diferente pela Justiça.
A discussão ganhou força após uma reunião realizada com mentorados da Beauty Connect, onde o tema gerou dúvidas entre donos de clínicas sobre contratação, parceria profissional e segurança jurídica nas operações.
O assunto se tornou ainda mais relevante diante da profissionalização do mercado de saúde estética, que vem exigindo não apenas evolução técnica, mas também maior maturidade empresarial e estrutural.
O artigo completo da Dra. Bruna Barbosa pode ser acessado no link abaixo:

